Estamos Lendo: Os Lusíadas - Camões

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01/05/2005 a 31/05/2005

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01/11/2004 a 30/11/2004

Quantos letrados passararam aqui

Créditos

 

Tudo o que eu não queria era trabalhar hoje. Já não basta o ano todo? Só “ralando”. Espero ganhar na loteria e folgar os restos dos meus dias, escrevendo, criando, poetizando a vida. Tem aquela frase: “alguém tem que trabalhar”. Pois então, aqui estou eu. Não muito contente, mas o destino quis assim. Fazer o quê?

Penso que o último dia é sagrado para estar ao lado de quem amamos. Festejar, se abraçar, brindar um ano novo que chega cheio de esperanças. Mais um ano de sonhos, de metas que não foram alcançadas neste ano velho que se despede. Mais um ano para ser fazer. Para se pensar.

Neste dia, lembramos de amigos distantes, pessoas que conhecemos, amores que conquistamos e que nos fizeram crescer, amadurecer, viver.

Lembramos de coisas ruins que poderíamos ter evitado. Mas mesmo sem querer elas marcaram nosso ano velho. Vão ficando para trás e já farão parte das lembranças.

 Tive o privilégio de conhecer e fazer amigos neste finalzinho de ano, graças ao blog. E a vocês, amigos virtuais e outros que já deixaram de ser, quero desejar de coração um Feliz Ano Novo. Repleto de felicidades para todos nós. E no próximo ano que já está as portas, possamos continuar criando, rindo, se emocionando, através dos textos, dos versos, dos contos, de nossas próprias histórias. Adoro ler todos vocês. Um grande beijo e que Deus ilumine cada dia de 2005!

:: Postado por ««Mär©iö»» às 17h43
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Uma lembrança...

Ainda não havia tocado no assunto, mas já que surgiu...

As forças e mistérios da terra, fogo, água e ar são e ( creio! ) sempre serão insuperáveis para nós, minúsculas porções do universo. Nosso sentimento é de impotência e vulnerabilidade, diante de todo esse horror e fascínio por tentar entender o que está havendo com esse planeta que treme, que chora e às vezes, chora com fúria.

Sem muito tempo para sofrer, nos damos conta do desafio de enterrar os mortos, estender a mão, reconstruir, secar lágrimas, erguer a cabeça e voltar à normalidade.

Se por um lado, não podemos brigar com a natureza ( nós também já a agredimos demais ), podemos usar melhor nossa força, mesmo que seja em prece, com o desejo de que não volte a acontecer.

Não gostaria de fechar este ano com a imagem dos cadáveres e dos destroços, daí o sorriso puro da criança...

PAZ EM 2005 A TODOS OS POVOS DA TERRA !

:: Postado por Cida às 16h26
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Diversão é solução, sim!

Depois da ressaca do Ano Novo, sempre vale à pena pegar um cineminha ( depois da praia ) para relaxar e começar 2005 com muito bom humor. Sorte , dinheiro, paz e amor a todos!

Beijão da Cidão!

Meu Tio Matou um Cara

Elenco: Aílton Graça (Laerte), Darlan Cunha (Duca), Deborah Secco (Fátima), Dira Paes (Cléia), Lázaro Ramos (Éder), Sophia Reis (Isa), Renan Gioelli (Kid)

Um garoto de 15 anos recebe a ajuda de seus amigos para provar a inocência de seu tio no assassinato de um homem. Dirigido por Jorge Furtado (O Homem que Copiava) e com Lázaro Ramos, Déborah Secco, Darlan Cunha, Dira Paes e Aílton Graça no elenco.

Éder (Lázaro Ramos) é preso ao confessar ter matado um homem. Duca (Darlan Cunha), um menino de 15 anos que é sobrinho de Éder, quer provar a inocência do tio. Ele tem certeza que o tio está assumindo o crime para livrar a namorada, Fátima (Deborah Secco), ex-mulher do morto. Duca também quer conquistar o coração de Isa (Sophia Reis), uma colega de escola que parece estar mais interessada em seu melhor amigo, Kid (Renan Gioelli). Para conseguir provar sua teoria, Duca recebe a ajuda de Isa e Kid nas investigações.

:: Postado por Cida às 09h59
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O natal chegou e já foi... entrando em cena o ano novo.. tudo passa tão rápido. Espero todos em janeiro hein.. ...  mas vim pra dizer que estou sentindo falta das nossas conversas, do nosso choppinho, das piadas sem graça, das risadas... Espero que  se divirtam nas férias! Grande abraço! Não esqueçam de me ligar no ano novo..rss....

:: Postado por ««Mär©iö»» às 14h04
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Queria agradecer a todos os amigos, que nos visitam, por nos proporcionar momentos de alegria e emoções. Por fazer deste espaço um canto de reflexões. Com seus comentários e textos lindos. Desejo a todos um ótimo natal e convido-os a olhar o presépio com os olhos do coração. 

Sejamos como Maria: na contemplação, um olhar de ternura ao Menino Jesus e um coração capaz de acolher as surpresas de Deus.

Sejamos como José: no silêncio, a não-compreensão dos fatos, mas a plena aceitação do mistério de Deus.

Sejamos como os Anjos: na alegria, o canto de Glória por todo o céu e por toda a terra. "Eis que anuncio a vocês uma grande alegria: um menino nasceu, um Filho nos foi dado" (Lc 2, 10).

Sejamos como os pastores: na simplicidade, os passos apressados... apressados porque na direção Daquele que era o prometido, a esperança dos pobres e pequenos.

Sejamos como o boi e o burro: na generosidade, o cumprimento da própria missão. Nada melhor do que fazer bem o próprio papel, em tempo e lugar. Estar a serviço... o mundo precisa do que somos mais do que aquilo que temos ou fazemos.

Sejamos como a estrela: um percurso feito na calada da noite, de modo brilhante e convincente. Anunciar... a notícia se faz grande, percorre quilômetros e aponta a direção.

Sejamos como os Reis Magos: na esperança, o acreditar! Caminhar seguindo a estrela, acreditar seguindo o coração.

Sejamos, enfim, como Jesus: humilde, pequeno, pobre e simples. Na comunhão com o Infinito, com o Criador, um sim à vida. Eis-me aqui... Vim para fazer a tua vontade.

FELIZ NATAL! UM NOVO ANO ABENÇOADO, DE PAZ, SAÚDE E DE SONHOS REALIZADOS.

SÃO OS VOTOS DE MARCIO, CIDA, ALEX E ARACELLI (Equipe do letrados)

:: Postado por ««Mär©iö»» às 12h18
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Mania de arrumação

Esse lance de arrumar a casa todo dia parece neurose. Talvez um distúrbio obsessivo compulsivo.  Limpa daqui, tira a poeira dali, troca os móveis de lugar..."não entra com o pé sujo pela sala menino!" "Tira esse sapato daí!" 

 Por esse motivo dei com a cara na parede do quarto. Um galo enorme na testa... "Pega a faca, põe no gelo, frecciona no local" .. mamãe tem cada mania... como se isso adiantasse... ela queria é tirar a culpa... precisava trocar minha cama de lugar.. eu nunca errava o caminho da porta... mesmo com as luzes apagadas... Agora isso. Um galo enorme. Alguns dizem que é chifre, mas como to sem namorada mesmo.. não tô nem aí.

O lance foi o seguinte: o relógio desperta as 5 da matina, (devia despertar as 4 e meia) mas sempre quero dormir mais um pouco.... resultado: tô sempre atrasado. Com isso tenho 15 minutos para o banho, escovar os dentes, me vestir e sair... o ônibus passa as 5 e vinte e cinco... Levanto num susto e já corro pro banheiro.... Putz! A parede... a infeliz tava na minha frente.. tudo escuro, vc quer o quê... "o que essa p.. tá fazendo aí" ... bastou isso para a rainha do lar viesse ao meu encontro. "O que é issso menino?".. "Eu que pergunto...". Rapidinho ela entendeu o que aconteceu... não sei se ela vai mudar... acho que não... desde as minha remotas lembranças mamãe é assim... por isso tá sozinha... quem aguenta... "antes de almoçar tem que lavar as mãos" "não pega no bebê" ... depois desse galo penso seriamente em procurar um especialista. Definitivamente ela precisa de ajuda.

Não vou trabalhar.... tá chegando o natal e precisamos arrrumar a casa.. aliás tá uma sujeira só...vou começar pelo meu computador que tá imundo... Não gostei da cama nessa posição, vou colocá-la do lado da cômoda... preciso trocar essas cortinas..Que poeira! Lavar os tapetes, trocar os móveis .... teremos visitas... quem sabe papai não vem.

Nota: mudei o template novamente..... e veio essa história... Feliz natal a todos!

:: Postado por ««Mär©iö»» às 13h26
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 Pessoal, isso nos diz respeito!!!

MEC fechará instituições de ensino irregulares

Em entrevista coletiva nesta segunda-feira, o ministro da Educação, Tarso Genro, anunciou o fechamento de seis instituições de ensino superior privadas que funcionavam irregularmente no país.

São elas: Faculdade Rui Barbosa e Faculdade de Educação do Piauí; Faculdade Marques Guimarães, no Rio de Janeiro; Faculdade de Ciências do Estado do Ceará; Instituto Superior Unifeli e Faculdade Leonel Aguiar, em São Paulo.

Segundo o ministro, nestes casos não é necessário recorrer à Justiça para o fechamento das instituições, pois são casos de natureza tipicamente policial. 'A Polícia Federal pode ir diretamente no estabelecimento e fechá-lo e, portanto, constituir um fragrante delito de estelionato. São instituições fraudulentas que não estão prestando nenhum tipo de educação superior', explicou o ministro.

Tarso Genro disse também que o ministério está tomando algumas medidas preventivas para melhorar o sistema regulatório das instituições e que em alguns casos tem sido necessário o uso de normas constitucionais.

Segundo adiantou o secretário de Educação Superior em exercício, Mário Portugal Pederneiras, nos próximos dias o MEC deverá publicar uma portaria que muda várias regras no credenciamento de instituições de ensino superior.

 Um abração a todos e que 2005 seja  marcado pela justiça e a liberdade para fazer o que é certo!

:: Postado por Cida às 12h52
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ESCRITOR DA SEMANA

Desde que Dani, falou dele em sala, fiquei curiosa em conhecê - lo melhor e já estou gostando...

Fiodor Mikhailovitch Dostoievski

"Chamam-me de psicólogo; não é verdade, sou apenas um realista no mais alto sentido, ou seja, retrato todas as profundezas da alma humana."

O escritor russo Fiodor Mikhailovitch Dostoievski nasceu em Moscou em 1821 e morreu em São Petersburgo em 1881. 

 O suposto assassinato de seu pai, o Dr. Mikhail Dostoievski, pelos próprios servos de sua propriedade rural em Daravoi, exerce enorme influência sobre o futuro do jovem Dostoievski e motivará o polêmico artigo de Freud: Dostoievski e o Parricídio

 Aos 25 anos publica seu primeiro romance, Pobre Gente, onde trata da vida simples dos pobres funcionários da burocracia russa, com extraordinário sucesso em toda a Rússia.

 Aclamado como gênio pelos mais exigentes críticos da época, entre eles Bielínski, que o considera o primeiro romancista social da Rússia, e Nekrassov que vê em Dostoievski um novo Gogol, em homenagem ao primeiro romancista russo moderno.

 Entre suas obras de maior importância destacam-se os romances O Idiota, Crime e Castigo, Os Demônios e Os Irmãos Karamázov.

 Publica também inúmeros contos: O Mujique Marëi, Sonho de um Homem Ridículo, Bobock e outros; além de novelas: O Senhor Prokhartchin, O Homem Debaixo da Cama, Uma História Suja e O Pequeno Herói. Cria duas revistas literárias: O Tempo (Vrêmia) e Época, e ainda colabora nos principais órgãos da imprensa Russa.

Em 1849 é preso por participar de reuniões subversivas na casa de um agitador profissional, Petrachevski. Condenado à morte, é submetido, juntamente com seus companheiros, a fuzilamento simulado, experiência que irá marcá-lo para o resto dos seus dias, cuja impressão deixará registrada em O Idiota

Deportado para a Sibéria, cumpre 9 anos de exílio: 4 na fortaleza de Omsk e 5 como soldado raso em Semipalatinski. Na prisão coletará dados, traços, diálogos e histórias que constituirão As Recordações da Casa dos Mortos, romance autobiográfico que somente será publicado depois do seu exílio siberiano. 

Epiléptico, suas crises se agravam na prisão. A doença - motivo de intermináveis dissabores para o escritor - vai marcar alguns dos principais personagens de seus romances maiores: o Príncipe Mishkin, em O Idiota e Kirílov de Os Demônios

O reconhecimento definitivo de Dostoievski como escritor universal surge somente depois dos anos 1860, com a publicação dos grandes romances: O Idiota e Crime e Castigo. Seu último romance, Os Irmãos Karamázov, é considerado por Freud como o maior romance já escrito.

Sua obra:

Romances

1. Pobre Gente
2. Humilhados e Ofendidos
3. Nietótchka Niezvánova
4. Recordações da Casa dos Mortos
5. O Idiota
6.
Crime e Castigo
7. O Adolescente
8. Um Jogador
9. Os Demônios
10.
Os Irmãos Karamasov
11.
Memórias do Subsolo

Novelas e Contos

1. O sonho de um homem ridículo
2. O Pequeno Herói (ou O Heroizinho)
3. A Aldeia de Stepantchikovo E Seus Moradores
4. A Senhoria
5. Um Romance em Nove Cartas
6. Polzunkóv
7. O Senhor Prokhartchín
8. Um Coração Fraco
9. O Crocodilo
10. O Ladrão Honrado
11. O Sonho do Titio
12.
Uma Árvore de Natal e Um Casamento
13. O Sósia
14. A Mulher Alheia e o Homem Debaixo da Cama
15. Notas de Inverno Sobre Impressões de Verão
16. Uma História Lamentável
17. Noites brancas
18. O mujique Mareï
19. Bobok
20. Ela era doce e humilde
21. O eterno marido
22. O ladrão honrado

Obra Jornalística

1. O Diário de Um Escritor

:: Postado por Cida às 09h24
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Tal felicidade

 

O que seria felicidade afinal?

Seria receber o sorriso sincero de uma criança,

Bem naquele momento em que nada está dando certo com você?

Um abraço, uma palavra carinhosa de amigos,

Depois de sofrer alguma desilusão?

Ou será que não há definição para essa “tal felicidade?”.

 

Seria tomar banho de chuva, na infância longe da mãe,

Depois levar uma bronca, e mesmo assim achar tudo ótimo?

Seria “rezar” para a noite de natal passar rápido,

Somente pensando em comer a rabanada no dia seguinte?

Ou será que não há definição para essa “tal felicidade?”.

 

Seria contemplar o pôr do sol no fim de tarde,

De um lugar “feio” e achar que é o pôr do sol mais lindo do mundo?

Seria rir de si mesmo ao cometer alguma gafe junto dos amigos

Sabendo que todos irão lembrar do fato mesmo depois de 50 anos?

Ou será que não há definição para essa “tal felicidade?”.

 

Seria receber vários telefonemas de parabéns, mesmo não sendo seu aniversário,

E achar hilário a falta de memória dos amigos?

Compartilhar das boas novas que estão acontecendo em sua vida

Mesmo sabendo que poderá despertar inveja de terceiros?

Ou será que não há definição para essa “tal felicidade?”.

 

Felicidade é estar vivo, amar e ser amado por quem se faz presente.

É sentir-se livre enquanto faz as coisas julgadas “proibidas” pela sociedade.

É chorar de alegria, ou, de tanto rir das coisas mais simples da vida.

Felicidade não se fabrica, não se compra em lojas de conveniência.

A felicidade se constrói, a partir do momento em que aceitamos os fatos.

Não podemos ser alheios aos fatos, temos que fazer pilheria da nossa vida.

Para que essa “tal felicidade” possa se perpetuar e finalmente passar a   existir.    

:: Postado por Alex Luiz Galvão às 05h44
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Pessoas distantes

Rostos desconhecidos

Palavras amigas

Um desabafo

Um sentimento revelado

Um conselho

Intimidades

Janelas abertas

Monitor

Mouse

Computador

Internet

MEUS AMIGOS VIRTUAIS...

:: Postado por ««Mär©iö»» às 16h44
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Tipos de amigos virtuais

Qual desses tipos você é? E os seus amigos, quais desses são?

  • Speed - aquele que pensa que todo mundo tem banda larga. Só manda e-mail com animações enormes em flash.
  • Tarado - só manda coisa de sacanagem.
  • Santinho - aquele que não escreve nem o nome da mulher do sapo para não ser mal entendido.
  • Egoísta - manda sempre os e-mails que ele achou mais chatos.

  • Nem Aí - você manda dez e-mails e ele não te retribui com meio.
  • HEHEHE - quando tem que expressar alegria sempre escreve: hehehe.

    • Lá Vem Ele - aquele que lembra de te mandar e-mail só para pedir alguma coisa.
    • Fanático - que manda e-mail só sobre um assunto.
    • Sem Noção - manda no mínimo trezentos e-mails por dia. Pensa que você tem todo tempo do mundo para lê-los.

  • Fala Sério - aquele que te obriga a mandar um e-mail perguntando se o que ele disse é verdade ou brincadeira.
  • Visual - te manda sempre imagens e não escreve nada.
  • :: Postado por ««Mär©iö»» às 14h08
    ::
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    Para os amantes da lua...

    Noturna

    Tenho medo de dormir

    E voltar a ver aqueles vultos

    Dançando tortuosos

    Vindo ao meu encontro

    Os escombros desta casa

    Emitem gemidos e lamentos

    Despindo toda a minha bravura

    Varrendo - me a consciência

    A bela companheira

    No verão é tão tardia

    Nua, coberta em brumas

    Palidez mórbida

    Ela traça sua reta

    Através do céu noturno

    Ela dança diante dos meus olhos

    E não me deixa dormir

    Sua solidão a torna mais linda

    Berço dos adormecidos

    Lua dos atormentados

    Dos benditos e amaldiçoados

     

    :: Postado por Cida às 13h22
    ::
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    ESCRITOR DA SEMANA

    Manoel de Barros

    Manoel de Barros nasceu no Beco da Marinha, beira do Rio Cuiabá em 1916. Mudou-se para Corumbá, onde se fixou de tal forma que chegou a ser considerado corumbaense. Atualmente mora em Campo Grande. É advogado, fazendeiro e poeta. Escreveu seu primeiro poema aos 19 anos, mas sua revelação poética ocorreu aos 13 anos de idade quando ainda estudava no Colégio São José dos Irmãos Maristas, Rio de Janeiro. Autor de várias obras pelas quais recebeu prêmios como o "Prêmio Orlando Dantas" em 1960, conferido pela Academia Brasileira de Letras ao livro "Compêndio para Uso dos Pássaros". Em 1969 recebeu o Prêmio da Fundação Cultural do Distrito Federal pela obra "Gramática Expositiva do Chão" e, em 1997 o livro "Sobre Nada" recebeu um prêmio de âmbito nacional.

    Perfil

    Cronologicamente pertence à geração de 45. Poeta moderno no que se refere ao trato com a linguagem. Avesso à repetição de formas e ao uso de expressões surradas, ao lugar comum e ao chavão. Mutilador da realidade e esquisador de expressões e significados verbais.
    Temática regionalista indo além do valor documental para fixar-se no mundo mágico das coisas banais retiradas do cotidiano. Inventa a natureza através de sua linguagem, transfigurando o mundo que o cerca. Alma e coração abertos a dor universal. Tematiza o Pantanal, universalizando-o. A natureza é sua maior inspiração, o Pantanal é o de sua poesia.


    Obras

    1937 – Poemas concebidos sem pecado
    1942 – Face Imóvel
    1956 – Poesia
    1960 – Compêndio para Uso dos Pássaros
    1966 – Gramática Expositiva do Chão
    1974 – Matéria de Poesia
    1982 – Arranjos para Assobio
    1985 – Livro de Pré Coisas
    1989 – O Guardador das Águas
    1991 – Concerto a Céu Aberto para Solos de Aves
    1996 – Livro Sobre Nada

    :: Postado por Cida às 15h35
    ::
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    ESCREVER BEM - DOM OU APRENDIZADO

    Li uma reportagem onde o saudoso Paulo Francis dizia que o ato de escrever bem é um dom que carregamos conosco. Se você não nasce com o tempero certo, pode desistir.

    Como estudante de letras, não podemos fugir disso e para alguns escrever se torna um tormento. Desenvolver a idéia, fazer um texto, uma redação, responder uma questão (“no mínimo vinte linhas”) nem sempre é fácil. E como dizia o nosso professor Alexandre Miranda, tem que haver a concatenação das idéias, o texto precisa ter coesão e coerência. 

    Volto a discussão do tema supracitado, por ser, na minha opinião, de uma importância irrelevante para aqueles que acompanham nosso blog. Já que nesse espaço recebemos visitantes escritores de todos os tipos: os que escrevem contos, poemas, crônicas, textos, etc. Pessoas de diferentes profissões com atividades diversas: advogados, professores, publicitários, estudantes de jornalismo, universitários, entre outros. A maioria deles tem blog  e os conhecemos somente através dos seus textos postados.  A partir dessas leituras aprendemos muito com os outros, por ser tratar de estilos bem diferentes. Isso nos faz aprimorar ainda mais a escrita além de ser um grande incentivo.

    Gostaria que nossos leitores comentassem a respeito do tema. Como foi sua experiência com a escrita e que recursos utilizam para desenvolver seus textos.   Abaixo alguns comentários de profissionais da área de letras.

    LEIA E DEPOIS COMENTE!!!

    :: Postado por ««Mär©iö»» às 09h23
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    Ângelo – Professor de Lingüística

    Vamos pensar em duas questões: escrever bem e escrever genialmente. Esta última requer algo mais, sem que também não se tenha de trabalhar - trabalhar mesmo, ler muito a tradição, por exemplo - para se alcançar o máximo. A isso se soma, para citar algo mais, convivências propícias. Goethe, para citar, cresce lendo Molière, Racine, Voltair; depois comporá o grupo da "geração de 1750" junto com Schiller, Klinger, Lens e outros. Junto com esses caras até acho que faria uma grande obra. Quanto a escrever bem, todo mundo pode. Rascunhe, releia, depure etc. Abra a gramática, abra o dicionário etc. Escrever é trabalho. O dicionário, por exemplo, não é o pai dos burros - muito injusto isso -, mas o pai dos inteligentes, porque quando o consultam passam a fazer parte de um grupo mais seleto. Adorei o espaço e o tema. Vale discutir.

     

    [bozzzzzzzz][roberto.bozzetti] Coordenador do Curso de Letras


    Acho que se está falando de duas coisas diferentes: pode-se (e deve-se) aprender a escrever, entendido no sentido de se dominar as estruturas, o léxico etc da língua, elevando o usuário à condição de, entre outras coisas, cidadão pleno. outra coisa, não tão diferente assim, mas diferente sim, é o que se pode chamar de "dom" (o que sempre envolve uma certa mistificação), que é o do sujeito aparelhado especialmente para escrever, o que chamaríamos de "escritor", o que "formata" ou "configura"(pra usar dois verbos bem da ordem do dia) o mundo a partir de uma propensão (chamemos assim)toda sua para a palavra escrita. mas aqui também não há espontaneidade (ao contrário do que habitualmente se pensa), há, e muito, aprendizado: pode ser solitário (talvez a tradição tenha feito ser assim na maioria das vezes)ou pode ser através da troca com outras pessoas. não podemos é continuar alimentando a idéia do escritor como ungido pelo dom, iluminado, vate, bardo, como se o resultado que lemos fosse pura e simplesmente o resultado imediato de seu talento inescrutável. A prática de oficinas de escritores tem se disseminado, embora eu particularmente não venha acompanhando de perto seus resultados. Mas, por que não? Seja como for, não sei se caberia às universidades o papel de desenvolver esse tipo de atividade, isto é, manter regularmente oficinas de escritores no sentido de levar seus praticantes a serem escritores de (boa) realização. Já é um tanto difícil levar a escrever bem no sentido primeiro que empreguei nesse comentário, por conta das razões concretas (e aqui não podemos ter uma visão muito idealista, "alienada" da questão) em que trabalhamos no âmbito das instituições universitárias, que dirá saltar ao outro patamar (o "escrever bem" no segundo sentido que empreguei). Mas é uma discussão fascinante que, uma vez aberta (parabéns!) não merece ser fechada.

    :: Postado por ««Mär©iö»» às 09h21
    ::
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    Calma! Nosso fim-de-semana está salvo !

    Ecos da Amazônia

    Um bom programa para quem curte a natureza e é interessado nos temas ligados ao meio ambiente é conferir a exposição "Ecos da Amazônia", em cartaz no Centro de Cultura e Meio Ambiente Tom Jobim, no Instituto de Pesquisas Jardim Botânico.

    A mostra procura revelar os encantos da Floresta Amazônica num espaço de 220 metros quadrados, com direito até a uma ambientação com clima, sons e aromas que remetem à natureza,  além de efeitos de iluminação.

    "Ecos da Amazônia" fica em cartaz até 29 janeiro, diariamente, das 10h às 17h, com entrada franca. O Centro Tom Jobim fica na Rua Jardim Botânico 1.008. Mais informações pelo telefone (21) 2294-9349.

     


    Agora, se o tempo abrir ...


    Festival Petrobras de Surfe
    Local: Praia da Barra da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ
    Período: 10 a 12 de dezembro de 2004

    Beijão da Cidão!

    :: Postado por Cida às 13h37
    ::
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    Férias, doces férias !

    Muita gente já está podendo chegar em casa mais cedo ( é o meu caso !). As tão esperadas férias chegaram, mas o Letrados não vai tirar férias, Ok?!

    Se liga só. Quem participou das aulas de monitoria de Língua Portuguesa II, deverá procurar o Bozetti, para assinar o "RACão". O Fábio já colocou o nome e matrícula de quem participou e pediu para eu divulgar.

    Recado dado, espero encontrar todos na Choppada de Letras.

    Beijão da Cidão!


    As lições de R.Q.

     

    Aprendi com Rômulo Quiroga (um pintor boliviano):

    A expressão reta não sonha.

    Não use o traço acostumado.

    A força de uma artista vem de suas derrotas

    Só a alma atormentada pode trazer para a voz  um

    Formato de pássaro.

    Arte não tem pensa:

    O olho vê, a lembrança revê e imaginação transvê.

    É preciso transver o mundo.

    Isto seja:

    Deus deu a forma. Os artistas desformam.

    É preciso desformar o mundo:

    Tirar da natureza as naturalidades.

    Fazer cavalo verde, por exemplo.

    Fazer noiva camponesa voar como em Chagall.

     

    Agora é só puxar o alarme do silêncio que eu saio por

    Aí a desformar.

     

    Até já inventei mulher de 7 peitos para fazer vaginação comigo.

     

    (Manoel de Barros, “Os outros: o melhor de mim sou eles”.)

     

    Em breve a Biografia do Autor.. aguardem!  

                 

    :: Postado por Cida às 07h51
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    Sempre gostei de escrever e falar muito.  As vezes sou até chato. Escrever sempre foi uma espécie de fuga, escape. A realidade se complicava, maltratava, e lá ia eu inventar um mundo novo, aspirar um futuro bem diferente da realidade. Esse exercício me fez ganhar um concurso ainda no ensino fundamental (na época era outro nome). Uma historia de criança. Mas foi o início do meu vício. Na adolescência as agendas viraram uma espécie de diário, secreto. Havia um certo preconceito dos colegas e eu fingia que desenhava ou anotava alguma coisa, mas na verdade estava escrevendo sobre eles. E escrever sobre pessoas sempre foi uma prática divertida. Recriava meus amigos mais próximos da minha maneira, como eu queria. “Existências puramente verbais”. Não mostrava, isso é que não.  Era muito autocrítico e sempre achava que não ia ter importância aquilo tudo. E guardava.

     

    Histórias de família, de amores, desamores, amizades, conquistas, decepções. Tenho registros de algumas aventuras do tempo do exército. Meu primeiro salto de pára-quedas.... saudade. E elas foram se multiplicando.  Lendo-as mergulho no passado e rio sozinho da minha inocência. Um arquivo “em memória de mim”.

     

    Isso devo a Clarice.

     

     

    ESCREVER

                Eu disse uma vez que escrever é uma maldição. Não me lembro por que exatamente eu o disse, e com sinceridade. Hoje repito: é uma maldição, mas uma maldição que salva.

    Não estou me referindo muito a escrever para o jornal. Mas escrever aquilo que eventualmente pode se transformar num conto ou num romance. É uma maldição porque obriga e arrasta como um vício penoso do qual é quase impossível se livrar, pois nada o substitui. E é uma salvação.

                Salva a alma presa, salva a pessoa que se sente inútil, salva o dia que se vive e que nunca se entende a menos que se escreva. Escrever é procurar entender, é procurar reproduzir o irreproduzível, é sentir até o último fim o sentimento que permaneceria apenas vago e sufocador. Escrever é também abençoar uma vida que não foi abençoada.

                Que pena que só sei escrever quando espontaneamente a coisa vem. Fico assim à mercê do tempo. E, entre um verdadeiro escrever e outro, podem-se passar anos.

                Lembro-me agora com saudade da dor de escrever livros.

     

    Clarice Lispector 

    :: Postado por ««Mär©iö»» às 07h50
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    Série   C    A   R   T    A     S

     

    É difícil compreender o incompreensível, conceber o inconcebível.

    A vida poderia ser menos complicada ou poderíamos “descomplicá-la” sempre.

     

    Sílvia,

    Sei que tivemos mais uma conversa daquelas que seria, aparentemente, definitiva.

     

    O início foi tão fácil, éramos jovens, imaturos, talvez nos precipitamos.

    Não foi uma escolha pensada, organizada, decidida... Simplesmente nos entregamos... paixão, desejo, tesão estávamos envolvidos... e ficamos...  Mas eu tinha outra pessoa e você sabia. Sempre soube. Talvez eu tenho culpa nisso tudo, sempre indeciso. Mas a vida é feita de loucuras, os loucos é que vivem...

     

    Eu amava Vera e tinha um tesão por você incontrolável. Mas não tive livre arbítrio nesse trio amoroso. Você me surpreendeu com a gravidez inesperada derrubando por terra meus sonhos futuros... Diante disso abri mão de tudo que havia sonhado e feri meu amor com o mais cruel punhal.

     

    Hoje a verdade parece óbvia e sentimos por não dize-la.

    Os sentimentos se confundem em relação à você e às vezes parecem tão claros, tão evidentes. Foram anos de convivência e sinto que a felicidade completa não faz parte dos nossos momentos. Esses que são raros.  Marcinho e Adriana foram a melhor coisa que já fizemos juntos. Mas, filhos não seguram pra sempre uma relação. Uma pena, pois poderíamos ter construído uma história de amor.

                                Continua abaixo..não comente ainda...

    :: Postado por ««Mär©iö»» às 09h09
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    E concordo quando dizes que estou distante.

    Quero ficar distante. Sinto-me bem comigo e planejo coisas sem você.

    É difícil assumir isso, pois você sempre fez parte de tudo que conquistei, que me afligiu, que me entristeceu. Colheu minhas lágrimas e me ouviu nesses piores momentos. Mesmo assim a relação não passa... Parados estamos e ficamos. O tempo se vai e nos deixa pra trás em relação a um sentimento que deveria usar o tempo para ficar mais forte, para criar novas lembranças.... um elo forte.

     

    Não sei ao certo em que momento erramos, que nos uniu e permitiu tantos anos juntos. Crises, problemas financeiros, desamores.... tudo que quis foi amar e ser feliz, construir lar e família. Tinha certeza que estava no caminho certo. Só não tinha certeza do principal, do essencial: meu AMOR por você.   

     

    Mas o passado voltou e incomodar e as lembranças já não são vagas, esparsas... Sinto que erramos e ainda há tempo de consertarmos tudo isso. Sei do seu caso com Leo e isso não me incomoda mais...  Não adiamos mais o que precisa ser feito.

    Estou indo me encontrar com Vera e nessa parada nos correios sinto-me a cada minuto mais novo, voltando no tempo. Rejuvenescendo para amar de verdade. Talvez eu seja mesmo um romântico a moda antiga..  O que importa é que tive coragem de decidir desta vez.

     

    Marco

     

    Essa história foi baseada no Conto A VALISE MARROM... feito por 6 pessoas. Nosso desafio a cada capítulo é desenvolver a histório do outro. Confira! http://contonosso.zip.net

    :: Postado por ««Mär©iö»» às 08h57
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    Doce vingança.......

     Vocês se lembram da "minha foto" que o Márcio colocou no Letrados ?!

    Lembram, né?  Pois é . Aproveitando a euforia do meu 10 em Lingüística e exorcizando os fantasmas da prova de ontem ( prova feia ! ), eu também consegui um retratinho do meu querido e amado amigo Marcinho e quero prestar - lhe minha homenagem. Dêem só uma comparada, pra ver se mudou alguma coisa rsrsrsrsrs!  Lindão!

    :: Postado por Cida às 08h03
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    "Isto não é uma obra de história. (...)É uma antologia de existências. Vidas de algumas linhas ou de algumas páginas (...) Vidas breves, achadas ao esmo em livros e documentos." 

     (A Vida dos homens Infames - Michel Foucault).

    Confesso que ainda estou meio tonto. Muitas leituras. Essa noite esse texto não me saía da cabeça. Perturbava meu sono. Palavras martelando. Visualizava aquelas pobres vidas que em poucas palavras foram aniquiladas através do choque com o poder. Existências puramente verbais, relatadas em arquivos de reclusão, da polícia, das petições ao rei e das lettres de cahet. Vale a pena dar uma lida.... o texto é sensacional.  Em breve coloco uma biografia do autor aqui.  Mas, por hora, to meio sem tempo... hoje tem mais prova (ôba! ) e um recado pra turma: não vamos esquecer das constritivas, oclusivas, bilabiais, linguodentais, laterais vibrantes.. e por aí vai... Calma, calma! Ta acabando (ôba de novo!) e aí a gente vai poder blogar com tranquilidade.... abraços a todos!  E me desejem boa sorte!

    :: Postado por ««Mär©iö»» às 07h55
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    HONRA AO MÉRITO

    Cês lembram do concurso NOSSA GENTE, NOSSA LETRAS ? Não? Então o Bozzz vai lembrá-los:

    "O concurso NOSSA GENTE, NOSSA LETRAS é uma iniciativa da Editora Record e da Oldemburg Marketing Cultural, e esta foi a sua segunda edição.  Ano passado o concurso foi dedicado a Graciliano Ramos, este ano a Jorge Amado.  São publicados em livro pela editora os 20 melhores trabalhos apresentados entre todos os cursos de letras do estado do Rio de Janeiro.

    Além disso, o melhor trabalho entre os 20 recebe ainda um prêmio especial, em cerimônia na Biblioteca Nacional, que este ano está prevista para acontecer no dia 15 de dezembro". Bozzzzzz

    Nossa amgia ARACELLI (que tb escreve aki...mas tá sumida pacas!) participou e nós colocamos seu conto aki .... quer dizer, lá no letrados 1 http://letrados.zip.net , pois então, ela não ganhou (que chato )... mais temos boas notícias, quer ver só:

    "Ano passado, entre os 20 publicados, 6 eram da Estácio, sendo 1 de Campo Grande: o Ricardo de Lima, que viria a se formar ao final do ano;  este ano, dos 20 publicados, 4 são da Estácio, sendo 2 de Campo Grande".

     

    Caraca... tô começando a me orgulhar disso... 

     

    Penso que temos muito o que festejar, pela certeza de estar trilhando o caminho certo: desse sucesso fazem parte ainda, além do Candido e do Ivan,  toda a nossa extraordinária equipe de professores (extraordinária pela competência, dedicação e carinho), em especial menção o prof. Jorge Neres (que atuou como orientador com os candidatos), todos os candidatos que participaram do concurso.  Penso ainda que vocês do blog têm mais um motivo, um incentivador a mais pra manter o letrados2 funcionando a todo vapor.  Tem inclusive bastante assunto a ser explorado aí."   

     

    Concordo Bozzzz, a galera só precisa se tocar que este espaço é nosso e usar com frequência... por pra fora o lado escritor, poético de cada um. Entre outras coisas....  E tem mais boas novas aí... que sirvam de incentivo a todos os letrados.... continua aí Bozzzz  dando seu recado....

     

    O ex-aluno (da 1a. turma, que se formou em 2003/2) WAGNER ALEXANDRE DOS SANTOS COSTA – que já é conhecido de alguns de vocês, por ter ministrado algumas oficinas – passou para o Mestrado em Língua Portuguesa na  Universidade Federal Fluminense (UFF).  Já é nosso terceiro aluno a ingressar em conceituados cursos de Mestrado.  Antes dele, a SIMONE GARZUZI (Literatura Brasileira na UFF) e a REGINA CÉLIA DA SILVA (Literatura Portuguesa na PUC) já tinham obtido êxito.

    Vamos em frente, renovados em nosso ânimo.

     

    Abraços do

    Bozzetti

    :: Postado por ««Mär©iö»» às 07h40
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